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domingo, 8 de agosto de 2010



Salve-me desse céu de mudanças, que tanto me atrai e me conforta.
Me confunde, ilude, funde, e com seu mar de confusões e metamorfoses, me deixo deitar e me embriagar no seu mar de ressaca.
Mar esse que de maneira tão magnífica se encontra com seu Céu de reconquista e descobertas...sempre mostrando que depois da tempestade vem a calmaria.
E que por mais impetuoso e desafiador que ele se mostre, no fundo das suas águas ainda não descobertas, existe a tranqüilidade de dias de sol, onde nada brilha no seu Céu além de quentes raios de esperança.
Raios que gritam e expressam com suas formas inexplicáveis com palavras, que não é preciso ser o encaixe perfeito do quebra cabeça, para ser ideal aos olhos de um ser.

Pâmela Oliveira

4 comentários:

  1. Uiia..
    esse eu já tinha visto..
    quer dizer, acho que fui a primeira a ler..
    Muito lindo Pan..

    =)

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  2. Obrigada Cê,
    Foi a primeira mesmo, na verdade, esse vc sabe da onde veio a inspiração.
    kkkkkkkk

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  3. Eaa.. sei sim..
    do meu texto Céu...

    =D

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